EcoArt - Seminário online e publicação

Seminário online e publicação
EcoArte: Criatividade Social, Ação Coletiva e Práticas Artisticas Ambientais/Sustentáveis
29, 30 e 31 de Outubro 2025 (NOVAS DATAS), das 10h (Horário de Brasília) | 07h (Horário da Costa Rica) |13h (Lisboa) | 14h (Madrid)
Link para seminário (acesso livre, limitado a 100 pessoas por ordem de chegada):
https://us06web.zoom.us/j/84969666844?pwd=Hisyxcjy9N6ZO3pJMWodvpEz3iEFcl.1
Conceito curatorial
Vivemos num mundo em constante mudança que nos empurra para a frente, esquecendo o passado e aqueles que vieram antes de nós. As instituições públicas e os museus em particular, enquanto locais que albergam a memória do património coletivo, têm a responsabilidade social, cultural e educativa de preservar esta memória a partir da igualdade e da interculturalidade.
O Cátedra Nômada de investigação-criação tem como perspectiva a pesquisa, a reflexão e a ação em torno da presença ativa das mulheres na arte, na ciência e na educação. Desta forma, encontramos no enfoque de curadoria ativista e a colaboração de artistas-pesquisadoras de diversos lugares do mundo, como propulsoras de práticas artisticas situadas em contexto Iberoamericano com foco especial no Sul Global.
“Ecoarte: Geopoéticas do Sul: Arte, gênero e transformação biocultural em contexto latino-americano contemporâneo”, deriva do projeto de arte, ecologia e tecnología EcoArte: Terra em Trânsito, realizadado longo do ano 2024 no Brasil e na Espanha, e propõe ampliar e aprofundar as experiências, processos, métodos e vínculos entre artistas, pesquisadoras/es, artivistas, ambientalistas, docentes, educadoras/es e agentes da cultura comunitária, por meio de processos co-elaborativos na criação e pesquisa em arte, corpo, meio ambiente e tecnodiversidade em rede, colocando em relação distintas cosmovisões e formas de cuidado.
Considerando-se a geopoética, polifonia e transdisciplinaridade dos contextos artisticos e socioambientais focados na América do Sul e Central, as obras coletivamente apresentadas serão compartilhadas em Mostra Virtual e analisadas em encontros híbridos e presenciais, apontando para a intrínseca relação humano, natureza e cultura em suas profundas interdependências, despertando para a compreensão crítica e consciência entre as dimensões ecológicas, biopolíticas e interespécies. O Seminário Internacional EcoArte: Criatividade Social, Ação Coletiva e Práticas Artisticas Ambientais/Sustentáveis propõe estabelecer uma cartografia crítica acerca das práticas artisticas contemporâneas, com ênfase nas relações interculturais, biopolíticas e socioambientais transformadoras.
Um coletivo de 30 Artistas mulheres de distintas origens latino americanas integrará uma programação ativada por Exposições, Encontros on line e presenciais, além de Exposição Virtual, Intervenção Urbana e Publicação on line. - 20 artistas convidadas e 10 inscritas/selecionadas por meio de Convocatória Aberta promovida pelo Museu das Mulheres da Costa Rica e pela Cátedra Nômada (Diversitas USP - Universidade de São Paulo https://diversitas.fflch.usp.br/catedranomada ) | https://diversitas.fflch.usp.br/foro-sao-paulo-proyecto-las-mujeres-cambian-los-museos-de-la-igualdad-la- equidad-epistemolog ias-y
A sede do Museu das Mulheres da Costa Rica está baseado em San Juan / CR e juntamente com a Cátedra Nômada – Onde Estão as Mulheres nos Museus, na Arte e na Cidade? Diversitas USP – Brasil/São Paulo, propõe-se estabelecer vias de intercâmbio intercultural e a partilha do comum por meio de Exposição, Encontros Públicos, um Seminário Internacional on line e publicação, a ocorrer em outubro de 2025, como projeto de Extensão Acadêmica aberto à participação internacional.
Prazos para participar
Resumos até 27 de setembro 2025 (prazo ampliado).
- 10 a 12 linhas. Incluir também título, nomes dos autores e filiação, e um mínimo de 3 palavras chave.
Artigos completos ou Ensaios Visuais para publicação, até 29 de novembro 2025 (prazo ampliado).
- mínimo de 3000 palavras para artigos completos
- mínimo de 7 páginas para ensaios visuais
Linguas de trabalho: Português e Espanhol
Publicação em dezembro 2025 no site CAP-journal.org
Envio de trabalhos
Diretamente para o email: info@urbancreativity.org
Link para seminário (acesso livre, limitado a 100 pessoas por ordem de chegada):
https://us06web.zoom.us/j/84969666844?pwd=Hisyxcjy9N6ZO3pJMWodvpEz3iEFcl.1
PROGRAMAÇÃO (em construção)
Dias 29, 30 e 31 de outubro de 2025
Das 10h às 13h (São Paulo, BR) +3h Lisboa, PT +4h Madrid, ES
29 de outubro – quarta-feira
10h -Abertura: Lilian Amaral e Pedro Soares Neves
EcoArte: Criatividade social, ação coletiva e práticas artísticas ambientais/sustentáveis
10h15 – Josep Cerdá – Universidade de Barcelona (ES)
Ecología Sonora y Ecología acústica
11h – Lilian Amaral e Marcos Umpiérrez – Media Lab BR/Iberoamérica UFG (BR) | Facultat de Bellas Artes UDELAR (YU) Coletivo HolosCi[u]dad[e]
PORO: Interstícios revelados
11h15 – Maurício Adinolfi – UNESP/Santa Marcelina (BR)
Cores no Dique
11h30 – Luisa Fernanda Giraldo Murillo - Universidad de Pamplona (Colombia)
Descuajar Montaña
11h45 – Lynn Carone – UnB (/BR)
EntreMundos
12h – Lilian Sagio - UESI/UENFI (BR)
As águas do rio Paraíba do Sul voam? Poéticas visuais e experimentação artística junto à pesca artesanal
12h15 – Daniel Perseguim – Diversitas USP (BR)
Vídeo-cartas e performance arte: escrituras em arte ambiental
12h30 - Emerson M – www.ubqub.com (BR)
Open_E(Co)Lab
12h45 - Evandro Fiorin – FAU UFSC (BR)
Maretórios - as terras do mar como lugares de convivência, crítica e criação
13h00 – Espaço aberto / encerramento
30 de outubro - quinta-feira
10h -Suzete Venturelli – UnB – UAM (BR)
Além da Superfície: arte computacional e os territórios do invisível
10h20 -Lucía Madriz – (Costa Rica/Alemanha)
Terrícola
10h40 -Tania Fraga – Ateliê Tania Fraga (BR)
Flores, Memoráveis Momentos na Mente de um Demiurgo?
11h00 -Marina Jeruzalinsky e Ana Basaglia – ECA USP (BR) | UAM (BR)
Histórias de AMPARO
11h20 -Lilian Amaral e Bia Santos – Diversitas USP | Unizar (ES) Coletivo HolosCi[u]dad[e]
Mulheres na Luz – [IN]Visibilidades Urbanas
11h40 - Ines Amorim e Teresa Almeida – UPorto (PT)
Gestos em extinção: reinterpretação crítica de saberes e técnicas em risco através da ação coletiva e da prática artística
12h - Lilian Amaral e Vitor de Sampaio – Diversitas USP (BR)| UFDPar (BR)
Arte Pública e A/r/tografia
12h20 -Fernando Fuão – UFRGS (BR)
Hermosa Mariposa
12h40 – Nivalda Assunção e Armando Queiroz – UnB (BR) | Unifesspa (BR)
A palavra que diz ]duplamultidão[
13h – Espaço aberto / encerramento
31 de outubro – sexta-feira
10h -Pedro Soares Neves – ULisboa (PT)
Cena do graffiti de Lisboa, fim de um ciclo: criatividade social, ação coletiva e práticas artísticas sustentáveis
10h20 -José Prieto – Unizar (ES)
El reciclaje y el aprendizaje síncrono en línea como formas de co-creación.
10h40 -Vega Ruiz – HolosCi[u]dad[e] (ES)
Naturaleza muerta (basuraleza)
11h - Pedro Andrade – UCP (PT)
Artes Socioecológicas: sua disseminação através de visitas sociológicas
11h20 - Cristina Aguado – UFV (ES)
Hospitalidad visual y creatividad: de lo monumental a lo emocional en la gobernanza cultural
11h40 – Laurita Salles – UFG (BR)
Águas de al-mar
12h00h -Lilian Amaral e Coletivo PL da Devastação – Diversitas USP (BR)
Geopoéticas glocais: artivismo nas redes e nas ruas #ContraoPLda Devastação
12h20 - Pio Santana – IA UNESP (BR)
Buquê para os pés
12h40h – Ivonne Villamil – U. Barcelona (ES)
Habitar el clima além da paisagem. Procesos de investigación-creación y el cuerpo-antena
13h -Val Sampaio – UFPA (BR)
Capetão
13h20 - Espaço aberto / encerramento
Exposição virtual
Abertura: 20 de Novembro às 11h (11h|13h) Horário de Brasília / 08h | 10h – Horário Costa Rica)
Encontros Públicos:
Poética do Contato_Palavra como ato em gestAção – Café Colombiano + Cátedra Nômada/Diversitas USP. Alameda Eduardo Prado, Campos Elíseos, São Paulo – 18 de outubro de 2025, das 15h às 18h (horário de Brasília)
Intervenção Urbana/ Art City Tour:
CCE – Centro Cultural da Espanha + MMCR Museo de las Mujeres de Costa Rica | San José / CR – 21 de novembro de 2025, das 18h às 21h (Horário da Costa Rica)
Encontros Públicos e Mostra comentada:
Residência Artisticas Kaaysá – Boiçucanga/Litoral Norte, Mata Atlântica/SP| BR (novembro/dezembro 2025)
Link para seminário (acesso livre, limitado a 100 pessoas por ordem de chegada):
https://us06web.zoom.us/j/84969666844?pwd=Hisyxcjy9N6ZO3pJMWodvpEz3iEFcl.1
Biografias resumidas:

Lilian Amaral / Lilian do Amaral Nunes – Artista Visual, pesquisadora, curadora e docente do Programa de Pós-Graduação em Direitos, Humanidades e Outras Legitimidades / Diversitas da Universidade de São Paulo e Profa. Visitante do PPGEAHC da UPMackenzie (2024/2)
Pós-Doutora em Arte, Ciência e Tecnologia - IA/UNESP e Pós-Doutora em Arte e Cultura Visual - UFG/Universidade Barcelona. Doutora e Mestre em Artes – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo / SP e Universidade Complutense de Madrid/ES. Pesquisadora Docente junto ao Programa de Pós-graduação DIVERSITAS da Universidade de São Paulo/ SP. Pesquisadora e Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação MEDIALAB UFG/ BR e do Grupo de Pesquisa BR: AC - Barcelona Recerca Arte y Creación, Universidade Barcelona/ES. Integra a coordenação do TICP PAULISTA-LUZ - Território de Interesse da Cultura e da Paisagem. Líder do projeto de co-pesquisa e co-criação em arte e tecnologia em rede iberoamericana HolosCi(u)dad(e). - https://www.espai214.org/holos/
Professora Convidada do PPGEAHC da UPMasckenzie, São Paulo/BR. Membro da comissão científica da ANIAV – Associação Nacional de Investigadores en Artes Visuales / UPV, Espanha.
Pedro Soares Neves - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa / Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes (CIEBA/FBAUL) Laboratório Associado de Robótica e Sistemas de Engenharia / Instituto de Tecnologias Interativas (ITI/LARSyS).
Pedro Soares Neves (PhD), 1976, Lisboa. Formação académica multidisciplinar e pós-graduada em design e arquitetura (Barcelona e Roma), e investigador da Universidade de Lisboa. Especializado em metodologias participativas e sinais visuais informais no espaço público (ex: Graffiti e Arte Urbana). Professor e designer urbano/consultor em escala metropolitana e urbana (ex: projeto CRONO), co-responsável pela adaptação da exposição "A Rua é de Todos Nós" em Lisboa (IVM, Françoise Asher) e vencedor do primeiro prémio "No Rules Great Spot" no Porto. Co-criador e professor do workshop “Arte Pública Não Comissionada” e investigador em Gestão de Ciência e Tecnologia na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Fundador da AP2 (Associação para a Participação Pública), APAURB (Associação Portuguesa de Arte Urbana) e da Conferência de Criatividade Urbana de Lisboa e do tema internacional de pesquisa associado em curso (urbancreativity.org). Editor das revistas científicas Urban Creativity (journals.ap2), entre outros livros.
Josep Cerdà é Doutor em Belas Artes, professor de escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona e atualmente é diretor do Mestrado em Arte Sonora da UB e coordenador do Doutorado da Faculdade de Belas Artes da UB. Foi Decano da Faculdade de Belas Artes da UB, Diretor do Departamento de Escultura e Diretor do Departamento de Artes Visuais e Design da Universidade de Barcelona. Lecionou em diferentes universidades internacionais, na UNESP de São Paulo no Brasil, na UNAM do México, na Universidade de Lisboa, na Universidade Católica do Chile, na UAN da Colômbia, na Universidade de La Paz, Bolívia, na Universidade dos Açores. É membro do Reconhecido Grupo de Pesquisa em Ciência da Arte: Barcelona Arte e Criação da Universidade de Barcelona. É membro do Grupo de Pesquisa GIIP de Convergência em Arte, Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista de São Paulo, Brasil, membro do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Experimentação e Pesquisa em Escultura Sonora (GIEIES) da Universidade Nacional Autônoma do México UNAM. Membro do Grupo de Pesquisa Palas y Musas, do Instituto de Pesquisa Estética e do Instituto de Pesquisa em Matemática Aplicada a Sistemas, da UNAM, México. Ministrou cursos e conferências em prestigiosas universidades ao redor do mundo, como a UNAM do México, a Universidade de São Paulo e a Universidade de Brasília (Brasil), a Universidade dos Açores, a UAN de Bogotá (Colômbia) e em centros de arte contemporânea, como o Museu Guggenheim de Bilbao.

Marcos Umpierrez – UY - Músico, artista sonoro e visual, performer. Professor da Faculdade de Artes/ UDELAR/ Montevidéu/ Uruguai. Faz parte de grupos de pesquisa em arte, tecnologia, meio ambiente e comunidade, como HolosCi(u)dad(e). Participou de exposições, performances, projetos e palestras no Uruguai, Chile, Argentina, Colômbia, Brasil, Espanha e Itália. Militante pela água, pelo território e pelo meio ambiente. Membro do Grupo de Co-Pesquisa e Co-Criação em arte, ciência e tecnologia HolosCi(u)dad(e).

Maurício Adinolfi. 1978 - Santos-SP. Vive e trabalha entre São Paulo e Santos-SP. Graduação em Filosofia. Doutor em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp, com intercâmbio pelo Instituto Politécnico do Porto, em Portugal. Sua prática artística desenvolveu- se a partir da experiência com a construção naval e as comunidades litorâneas em diferentes contextos. Abordando situações críticas decorrentes das transformações sociais, fez da pintura e do uso da madeira, o mote para a aproximação com outros profissionais, a viabilização de trabalhos colaborativos e de intervenções em diversas regiões do Brasil e do exterior. Em 2014, ganhou o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea. Dentre suas diversas exposições individuais e coletivas destacam-se, em 2021, a realização da instalação Caronte Sete Voltas no Beco do Pinto, Museu da Cidade, São Paulo/SP e, em 2019, a Exposição Cavername no Museu Nacional Soares dos Reis, Porto/PT. Suas obras integram importantes coleções institucionais como Museu de Arte do Rio (MAR) e Coleção da Cidade, Centro Cultural São Paulo (CCSP).
Luisa Fernanda Giraldo Murillo, Pensilvania, Caldas, 1992. Nadadora profesional, riógrafa y educadora de la Universidad de Pamplona desde el 2019. Publicista de la Universidad Jorge Tadeo Lozano, Maestra en Artes Plásticas, Magíster Interdisciplinar en Teatro y Artes Vivas y estudiante del Doctorado en Arte y Arquitectura de la Universidad Nacional de Colombia. Desde los hidrofeminismos y las concepciones cuánticas de la materia, atravesada por las tecnologías botánicas y textiles me dedico a componer geocoreografías con y para cuerpos de agua en los territorios de Colombia y recientemente en México con la participación en la escuela de verano del colectivo Materia Abierta en conjunto con la cátedra UNAM y el Museo Tamayo “La Furia del Manto Reclaman las Aguas”. La obra Cuerpos de Agua hace parte de Imagen Regional 10 en la exposición El Malestar del Territorio. Altar Vivo hace parte de la colección permanente del MAMBO y ha sido laboratorista del 46 Salón Nacional de Artistas Inaudito Magdalena con Partituras de Caléndula para el río Magdalena. Reconocimiento y exposición colectiva en el 17 y 18 Salones Regionales de Artistas Zona Oriente con las obras En la Laguna el agua hace de Cuna y Primitiva Afluencia. Residente en accionarar “Cuerpos de agua y acciones artísticas en ecologías regenerativas” y “Cuando la Naturaleza Escribe” curada por guío Bajo y Cajón de Sastre en la reserva Thommas Van Der Hammen. Me interesa la escritura expandida que va desde los juegos del lenguaje hasta la producción textil. Escritora del artículo Primitiva Afluencia: parir relaciones hidrofeminista: prácticas del cuidado hacía los ríos Calí, Cauca y Magdalena en la primera edición de El Journal “Culturas hidrocomunes: Arte, pedagogía y prácticas de cuidado en las Américas” por La Escuela. Publicación colectiva “Escrituras para la colectividad del paisaje” por Cajón de Sastre y Guión Bajo con el texto Llanto de estando o instrucciones para conversar con un pozo de agua.

Emerson M - Artista e Cientista do Trabalho formado pela Escola Dieese de Ciências do Trabalho.
Idealizador do #artezap - arte digital com smartphones. Cineasta não convencional, trabalha em projetos audiovisuais com diversos coletivos e artistas. "Ampliar conhecimentos poéticos para aplicações em artes multimidias, aumentar técnicas artísticas e trocar experiências. Minhas criações são feitas para o whatsapp, esse espaço virtual que usa a palavra, usa imagem e usa o som e usa o gif. Pode ser expandido até a poesia? Haikai? Poesia rápida, poesia ligeira, poesia no dia-a-dia. No celular das pessoas. Uma interação orgânico-digital. Com cores e sensações. Poesia visual digital. Que seja lida e compartilhada." Direção de Streaming no Komite Zero desde 2020 e Ubqub desde 2022. Captação e edição de imagens, vídeoclipes. Apresentador do Artezap.

Evandro Fiorin – Arquiteto e Urbanista, Professor Adjunto do Departamento de Arquitetura e Urbanismo do Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
Doutor em Projeto, Espaço e Cultura, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo; estágio de pós-doutoramento em Morfologias e Dinâmicas do Território na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em Portugal e estância de formação posdoctoral no Departamento de Historia, Teoría y Composición Arquitectónica da Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidad de Sevilla, na Espanha. Participou de atividades junto ao Laboratorio di Arte Urbana Stalker Osservatorio Nomade, na Universtità Roma Tre, em Roma, na Itália.

Bia Santos (FaBIAne Cristina Silva dos SANTOS) - Espanha. Artista e Investigadora Cultural. Professora de Belas Artes - UNIZAR. Doutorado em Artes Visuais e Intermediárias pela UPV. Membro do Grupo de Investigação do Observatório Aragonês de Arte na Esfera Pública (OAAEP). Desenvolve o seu trabalho em torno das questões de gênero e das suas relações entre o público e o privado, a arte colaborativa e os Novos Media num constante diálogo entre espaço físico e espaço virtual, utilizando a geolocalização como recurso para criar narrativas visuais. Juntamente com Emilio Martínez desenvolve pesquisas e trabalhos artísticos em novas mídias no Espai214|Lab. Coordenou o Projeto CraftCabanyal, um trabalho coletivo de artesanato, que gera obras de arte participativa com perspectiva de gênero feito por colaboradores, artistas e moradores do bairro Cabanyal. Colaborou na organização do evento de arte pública Cabanyal Portes Obertes em 2005 até 2014. Em 2011 coordenou o Projeto Cabanyal Archivo Vivo junto com Emilio Martínez e Lupe Frigols, Prémio Europa Nostra na área da educação, formação e sensibilização. Atualmente é secretária na Diretoria da ANIAV – Associação Nacional de Investigadores em Artes Visuais e faz parte da equipa editorial da Revista ANIAV [Revista de pesquisa em artes visuais. Membro do Grupo de Co-Pesquisa e Co-Criação em arte, ciência e tecnologia HolosCi(u)dad(e).

Nivalda Assunção, 1960. Artista visual, arquiteta e professora. É docente no Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes - UnB. Integra o duo ]duplamultidão[ juntamente com Armando Queiroz. Pesquisa a as formas orgânicas e o contágio entre o corpo e a natureza, o corpo e o espaço urbano; também tem se interessado pela arqueologia urbana. Vive e trabalha entre Brasília, Unaí, Marabá e Belém.
Armando Queiroz, 1968. Artista visual, curador independente e professor. É docente da Faculdade de Artes Visuais do Instituto de Linguística, Letras e Artes da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará – Unifesspa. Integra o duo ]duplamultidão[ juntamente com Nivalda Assunção. Detém-se conceitualmente às questões sociais, políticas e patrimoniais. Estabelece a troca e a pesquisa a partir da inter-relação com o lugar e fazeres do cotidiano. Tem como referência a cidade, o campo, a pessoa. Vive e trabalha entre Marabá, Belém, Brasília e Unaí
Pedro Andrade é Investigador Permanente na Universidade Católica Portuguesa, no CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes, no Porto, Portugal.Colaborador e antigo investigador permanente na Universidade do Minho. Lecionou nas Universidades de Coimbra, Lisboa e Minho. Coordenador de projetos internacionais financiados sobre museus de ciência e arte, por exemplo pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Lisboa. Avaliação média: Excelente. Participação em redes universitárias internacionais, como a Virginia Commonwealth University (EUA); membro do projeto Manifesto Art and Social Inclusion in Urban Communities (Reino Unido). Autor de 214 textos, entre livros e artigos publicados em revistas científicas internacionais com revisão por pares, indexadas em bases de dados bibliográficas globais (Web of Science, entre outras). Diretor da primeira revista científica luso-francesa, Atalaia-Intermundos (desde 1995). Diretor do Social Web Lab: Mobile Cultures, Touristic Communication, Lisboa.
Laurita Salles – MediaLab UFG/BR | UFRN. É artista pesquisadora com experiência interdisciplinar com atuação na área de Arte e tecnologia . É Profa. permanente como colaboradora voluntaria do Programa de de Pós-Graduação em Performances Culturais/Faculdade de Ciências Sociais da UFG/Universidade Federal de Goiás; também Professora colaboradora voluntaria na UFRN/Universidade Federal do Rio Grande do Norte na área de pesquisa e extensão. Foi docente DE e Associada III no Departamento de Artes da UFRN- Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Pós-Doutora pelo Media Lab UFG. Coordenadora do Projeto 10 Dimensões/UFRN de 2012 até março de 2022 e atualmente coordenadora adjunta. Tem também experiência na área de Artes Visuais, com ênfase na área da gravura e da imagem , atuando principalmente nos seguintes temas: imagem contemporânea, imagem numérica , arte e tecnologia.
Pio Santana – Pio Santana. Artista multidisciplinar, professor e pesquisador.
Doutor e Mestre em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP. Docente colaborador no programa de Mestrado Profissional em Artes Prof-Artes do IA-UNESP e professor na graduação em Artes Visuais da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES). Vice-líder do Grupo Estudos e Pesquisas sobre Políticas Curriculares para o Ensino de Artes na Educação Básica, IA/UNESP. E membro da diretoria da Organização Paulista de Arte Educação (OPAE).
Vega Ruiz Capellán. Desde 1991, trabalho no campo da instalação com José Prieto Martín. As nossas obras são instalações sonoras moldáveis, que se reinterpretam tendo em conta o lugar, constituindo um work in progress. Com elas, tornamos explícita uma reflexão crítica e de denúncia sobre aspetos sociopolíticos da sociedade ocidental, tendo sempre muito presente a memória coletiva, os testemunhos sociais e o artesanato. Além disso, procuramos reativar o papel do público-espetador-recetor do facto artístico, de modo a tornar o ato comunicativo mais dinâmico. Também nos importa a mensagem, bem como a sua correta materialização final — razão pela qual criamos “máquinas para o pensamento”. Atualmente, a nossa preocupação com o deteriorar do meio ambiente levou-nos a diluir a expressão subjetiva e a evoluir para uma arte de orientação coletiva e participativa, criando obras que poderíamos denominar “esculturas sociais”, realizadas com a participação ativa da comunidade, com o objetivo de gerar uma consciência ecológica coletiva.

José Prieto Martin. Professor titular de Escultura na Universidade de Saragoça, coordenador da Rede Ibero-Americana em Arte, Memória e Sustentabilidade Ambiental ArteM(y)SA, membro do Observatório Aragonês da Arte na Esfera Pública (OAAEP) e do Instituto de Património e Humanidades (IPH). Como artista, crio instalações sonoras com Vega Ruiz, que se reinterpretam tendo em conta o lugar, constituindo um work in progress. Com elas, explicitamos uma reflexão crítica e de denúncia sobre aspetos sociopolíticos da sociedade ocidental, tendo muito presente a memória coletiva, os testemunhos sociais e o artesanato. Além disso, pretendemos reativar o papel do público-espetador-receptor do facto artístico, de modo a dinamizar o ato comunicativo. Também nos importa a mensagem, bem como a correta materialização final, razão pela qual criamos “máquinas para o pensamento”. Atualmente, realizamos uma arte de orientação coletiva e participativa, criando obras que poderíamos denominar “esculturas sociais”, desenvolvidas com a participação ativa da comunidade para promover uma consciência ecológica coletiva.
Inês Amorim (Viana do Castelo, Portugal) é artista plástica, investigadora e docente no Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), na área da escultura e moldes. Licenciada e mestre em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e com formação na técnica de vidro soprado pelo CENCAL – Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica, desenvolve investigação sobre a intersecção entre materialidade, técnica e fenomenologia, explorando a reapropriação de matérias industriais na prática artística contemporânea. Participou em residências artísticas, nacionais e internacionais, como o Ground LAB (Bienal da Ardósia, 2021) e o projeto Arts and Crafts Aujourd’hui (I2ADS, 2023), com exposição na Rona Gallery e integração de obras no Slovenské Sklárske Múzeum. Expõe regularmente desde 2017, destacando-se Significant Form (2023) e Do Industrial ao Orgânico (2024). Publica e apresenta comunicações em contexto académico, articulando o ensino com a criação artística e a transmissão de saberes materiais e técnicos.
Teresa Almeida, artista plástica e professora na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Possui uma Licenciatura em Artes Plásticas - Pintura da FBAUP. Realizou duas pós-graduações em “Vidro e a Arquitetura” e “Vidro e as Artes Plásticas” na Central Saint Martins College of Art and Design, Londres; Mestrado em Arte/Vidro na Universidade de Sunderland, Inglaterra; Doutoramento em Estudos de Arte na Universidade de Aveiro e Pós-Doutoramento na VICARTE, ambos com uma bolsa nacional. Desde 2006 íntegra a Unidade de Investigação VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes), onde participa em vários projetos de investigação, colabora com o i2ads, Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade desde 2011. Tem participado em vários congressos internacionais, expõe regularmente em território nacional e no estrangeiro, nomeadamente Hong Kong, Bélgica, Luxemburgo, UK, EUA, Holanda, Dinamarca, Brasil, Austrália, Itália, Espanha, Argentina, Suécia Finlândia entre outros. Possui publicações em revistas internacionais, capítulos de livros e trabalhos de curadoria. Atualmente é membro do comité Internacional do ICOM Glass. O seu trabalho artístico foca o vidro como material plástico, onde a problemática ambiental é abordada.
Lilian Sagio (Lilian Sagio Cezar). Antropóloga Visual; Professora Associada do Laboratório de Estudos do Espaço Antrópico da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF (Campos dos Goytacazes, RJ). Doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo – USP, com mestrado em Multimeios e graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Atua tanto nos cursos de graduação em Ciências Sociais e Pedagogia, como no Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais – PPGPS /UENF (membro permanente) e Programa de Pós-Graduação em Cognição e Linguagem – PPGCL/ UENF (colaboradora). Atualmente coordena a Unidade Experimental de Som e Imagem – UESI/ UENF e é vice-coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígena NEABI/ UENF. É pesquisadora do Projeto de Educação Ambiental (PEA) Pescarte/ IBAMA/ Petrobras/ IPEAD/ UENF.
Lynn Carone é artista multimídia e pesquisadora brasileira, lecionou Artes no Instituto de Artes (UNB), é mestre e doutoranda em Arte e Tecnologia e bolsista CAPES pela Universidade de Brasília. Atua em videoarte, videoperformance, fotografia, instalação, objeto, desenho, pintura e gravura. Explora poéticas cartográficas e o conceito de site specificity nas tecnologias contemporâneas e investiga relações interespecíficas, relações entre humanos e não humanos, as fronteiras entre urbano e natureza. Participou de exposições no Brasil e no exterior, como Fish Eye (Cardiff), Seminário Internacional Arte e Natureza na Universidade de São Paulo; Encontros Internacionais de Arte e Tecnologia no Museu Nacional da República (Usp-São Paulo); Panoramas (Valência, Espanha), Link (Nova Zelândia). Participou de exposições em instituições como Museu Nacional da República, Museu de Arte Contemporânea de Campinas e Curitiba, Sesc Pinheiros e Amapá, Fundação Athos Bulcão, Casa de Cultura da América Latina. Foi selecionada para a residência Imersão Natureza, Arte e Tecnologia. Integra projetos contemplados pelos editais ProAC (2023) São Paulo e FAC/DF (2023–2024), Distrito Federal, para circulação, performance e publicação de livro da dissertação do mestrado.

Fernando Freitas Fuão. Arquiteto pela UFPel. Doutor em arquitetura pela Escuela Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona, Espanha,1992. Professor titular da faculdade de Arquitetura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), BR.
Artista computacional, arquiteta, e designer Tania Fraga cria domínios tridimensionais sensíveis e poéticos como realidades virtuais e materiais para vídeos, instalações site specific, e performances. As obras resultam da integração entre arte, ciência, natureza e tecnologia. A arte como vetor direcional e campo fenomênico, a tecnologia como meio, a natureza e sonhos como inspiração, a ciência como fundação, e os números como relações implícitas em suas infinitas variações, suas tessituras topológicas, seu devir. Com produção de obras focadas nas tecnologias computacionais, criatividade compulsiva, prêmios extensivos, tendo o projeto ‘Jardim dos Algoritmos Entrelaçados’ recebido o primeiro lugar na seleção de audiovisual expandido, em 2024, pelo SP-CINE (Lei Paulo Gustavo). Tania Fraga tem participado de exposições, espetáculos, conferências, e publicações nacionais e internacionais, desde 1977. Hoje faz parte do Coletivo IADÊ, é vice-presidente do IMATEC- SP (Instituto de Matemática, Arte, e Tecnologia de São Paulo), e desenvolve projetos e pesquisas no Atelier Tania Fraga.

Suzete Venturelli é artista, pesquisadora e professora titular da Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de arte computacional, realidade virtual, inteligência artificial e interatividade, integrando ciência, tecnologia e criação artística. É coordenadora do grupo de pesquisa Arte Computacional Bioinspirada (CNPq) e tem desenvolvido projetos, exposições e publicações que exploram a relação entre arte, tecnologia e natureza. Venturelli também é fundadora e organizadora do Encontro Internacional de Arte e Tecnologia. Presidente da Associação Nacional de Arte e Tecnologia #.ART, além de orientar e promover a formação de novas gerações de artistas e pesquisadores.

Marina Jerusalinsky é artista visual, escritora e pesquisadora. Trabalha com a palavra de modo transdisciplinar há mais de dez anos, em projetos de arte participativa, livros de artista e leitura crítica e revisão de textos. É autora dos livros “Adjetivo feminino: dicionário de experiências” (editora Bebel Books, 2022), “Guia de Conduta para Mulheres Bravas” (Editora Orlando, 2025) e poemas publicados em antologias.
Ana Basaglia é designer gráfico, publisher na Ed. Timo e pesquisadora de fanzines. Doutora em Design, uma das fundadoras da Matrice (grupo voluntário em defesa do aleitamento materno), é ativista feminista há duas décadas e coordena rodas de conversas presenciais para mulheres, na Livraria da Vila (SP) e em outros locais. Como editora, também organiza livros e projetos elaborados coletivamente.
Em 2024, recebeu o Prémio Nacional de Artes Visuais Francisco Amighetti, atribuído pelo Museu de Arte Costarriquenha e pelo Ministério da Cultura da Costa Rica. A sua obra foi exposta na Casa de América, em Madrid; no Palais de Tokyo, em Paris; no Museum of Art and Design (MAD) e na Galeria Pratt Manhattan, em Nova Iorque; na 55.ª Bienal de Veneza, na 8.ª Bienal do Mercosul, na I Bienal de Cartagena, na X Bienal Centro-Americana, na XXXI Bienal de Pontevedra (Espanha), na X Bienal de Havana, bem como nos Centros Culturais de Espanha na América Central, no Museu de Arte e Design Contemporâneo (MADC) e na Fundação TEOR/éTica, em São José, entre outros espaços.
Vítor de Sampaio. MESTRE em Artes, Patrimônio e Museologia – UFDPar. ESPECIALISTA em Metodologia do Ensino de Arte – UNINTER. LICENCIADO em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas – UFPI. PROFESSOR de arte – SEDUC-MA. ARTISTA visual e ator. Este percurso, acadêmico e de vida, está em construção e é voltado para pesquisar e entender como a arte se faz presente onde quer que ela exista. Me entendendo como um caminhante em direção de ser um artista-etc sob conexões e desconexões, me encontro na tentativa de produzir nas ondas do que reverbera a partir dos afetos que acontecem e a que me submeto.
Artista visual e sonora, docente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Barcelona. Através da sua prática, investiga a paisagem sonora num sentido amplo, explorando os aspetos não audíveis para se aproximar da interação entre espécies, dos fenómenos atmosféricos e de todo o universo sonoro em escala planetária. Para isso, cria redes dinâmicas e experimentais de trabalho colaborativo entre a arte, a ciência, a natureza e a tecnologia.

Christina Aguado é professora e profissional multidisciplinar com experiência na interseção entre arte urbana e governança, na análise da materialidade na gestão e governança empresarial, bem como na custódia de coleções de arte. Centra-se na formação de estudantes e empresas, utilizando a arte como ferramenta de transformação social e de desenvolvimento comunitário, promovendo a criatividade, a expressão e o diálogo. Foi CEO da SUZU Projects Culture Consulting, diretora de marketing em meios de comunicação e universidades, bem como assessora da Câmara de Comércio e do Governo de Espanha, ao nível do Ministério da Cultura. Oradora em feiras de arte e marketing, atualmente dedica-se à investigação na Universidade Católica de Valência (UCV), onde desenvolve o seu trabalho sobre novos marcos de governança na arte urbana, e é também professora na Universidade Francisco de Vitoria, lecionando Customer Experience, Marketing Turístico e Cultural, Responsabilidade Social Corporativa e Plano de Marketing em diferentes cursos de licenciatura. Além disso, coordena as atividades formativas complementares da área de marketing, procurando sempre aproximar a cultura artística dos modelos de negócio — e vice-versa.
Curadoria e Coordenação Geral:
Profa. Dra. Lilian Amaral (DIVERSITAS USP)
Realização e Organização:
Museu das Mulheres da Costa Rica
Co-organização do seminário e publicação:
Pedro Soares Neves, (Urban Creativity/ Wisethorough)
CIEBA / Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
