Quebrada amarilla
DOI:
https://doi.org/10.48619/cap.v7i2.A1303Resumo
Sei que vivemos em tempos em que as pessoas apenas olham para “espelhos negros”, bloqueando todos os seus sentidos do cosmos que seu corpo habita, e é por isso que a tarefa de cultivar uma horta, empreendida por Byung-Chul Han, me comove profundamente. Identifico-me com ele e com Moustaki, mas, no meu caso, vivo na floresta tropical que está sendo saqueada pela ambição e pelo extrativismo humano. É nesse contexto que compus “Quebrada amarilla” para voz, quijongo e gravação de campo.