Marcos Martins “In Memoriam” – Parede-malecón
DOI:
https://doi.org/10.48619/cap.v7i2.A1305Resumo
A arte é o MEIO pelo qual se podem elaborar as questões circundantes e constituintes do sujeito em seu MEIO, sua cultura. Por intermédio, ou mesmo na centralidade, entendem-se os processos artísticos como um caminho, um traço, uma reta em ponto de fuga que retorna à própria cultura a fim de reorganizar o MEIO e suas sociabilidades entre sujeitos, espaços e afetos. O lugar onde se vive e a comunidade que se integra. Ainda a identidade que te compõe ou as diversidades que te aproxima. Estamos nas interseções das multiplicidades dos MEIOS: ser mulher, homem, negro, indígena, lgbtq+, urbano, rural e tantas outras. Produzimos as desigualdades dos MEIOS entre pontos equidistantes nas extremidades – percursos rizomáticos. Somos teia sempre crescendo e transbordando pelo MEIO. Assim como produzimos as empatias, o olhar e a escuta atenciosa a si mesmo e ao outro: produzimos alteridade.