O caminhar como experiência da paisagem
uma vivência chuvosa coletiva na Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo
DOI:
https://doi.org/10.48619/cap.v8i1.A1358Palabras clave:
Caminhar, Cartografia, Deriva, PaisagemResumen
Esse artigo apresenta uma experiência em uma disciplina de pós graduação em Arquitetura e Urbanismo, explorando o caminhar como forma de apreensão dos territórios existenciais da cidade contemporânea. A investigação se baseia na metodologia da Deriva (Debord) e da Cartografia (Deleuze; Guattari), destacando o caminhar como um processo de experimentação e construção subjetiva da paisagem urbana. O objetiv o é revelar os aspectos que compõem a paisagem para além de sua lógica funcional e produtiva, enfatizando as dinâmicas que a transformam. Assim, a experiência espacial atua enquanto potencializador da paisagem: à medida em que as funcionalidades se ausenta m, ampliam se as possibilidades de manifestações de elementos naturais e humanos capazes de agenciar relações entre o mundo objetivo e subjetivo. Dessa forma, a paisagem revela as singularidades e fortalecem os valores existenciais que emergem entre os cor pos e os espaços.